As ciências humanas criaram o termo analfabeto funcional para explicar, porque pessoas que frequentaram poucos anos de escola continuam analfabetas.
Na última década, temos um novo fenômeno o analfabetismo escolarizado, que é o sujeito que frequenta ou frequentou todo o ciclo escolar básico da escola, e continua analfabeto, ou com poucos conhecimentos de leitura, escrita, matemática, e compreensão dos fenômenos básicos das ciências naturais, sociais, biológicas e humanas.
Este dado tem sido demonstrado pelas provas que o governo tem aplicado para os estudantes, e pelo próprio cotidiano escolar.
Este analfabetismo escolarizado está localizado social e economicamente entre os estudantes mais pobres da sociedade, que consomem a educação pública ofertada pelos governos.
Abaixo há um clipe antigo do Gabriel Pensador, de uma música chamada Estudo Errado que é bem ilustrativo.
Recentemente, houve uma recomendação do ministério da educação para evitar a reprovação nas séries iniciais, devido ao custo para os governos, e com a justificativa de que as crianças têm ritmos diferenciados de aprendizado, pois eu afirmo que há recomendação implícita para que não haja reprovação em série nenhuma, e a alegação é custos.
Dai, tenho uma questão para a posteridade:
Qual será o custo de re-alfabetização destas pessoas que frequentaram a escola e continuam analfabetas?

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